CrônicaHistórias de Joinville
Futebol de rua na Vila Nova
A trave era um chinelo de dedo, e o outro poste era o portão do seu Amílcar, que reclamava toda vez e nunca fez nada.
O campo tinha um declive absurdo, então o time que jogava de cima no primeiro tempo era acusado de trapaça antes mesmo de começar.
A gente parava quando a bola caía no terreno do cachorro. Era um pastor gigante e completamente indiferente. A bola voltava mastigada, e a partida continuava.
Hoje passa asfalto ali. E ainda tem declive.

